Logo tudo volta ao normal
Que normal? De que normal, exatamente, estamos falando? Seria daquele normal no qual vivemos pensando somente no próprio umbigo, produzindo lixo, poluindo os ares, mares e rios, destruindo florestas e nossas riquezas naturais para podermos comer carne no jantar? Ou aquele normal em que estamos tão ocupados indo e vindo, cuidando tanto da própria vida, que não paramos nem para olhar para a necessidade do outro, ou para refletir sobre como as nossas escolhas individuais afetam o coletivo – mas o coletivo mais amplo mesmo, que envolve não só outros humanos, mas também nossa flora e fauna, o planeta como um todo? Ou ainda aquele normal no qual a corrida…